Dr. Hugo Benchimol · Cardiologia · apoio à decisão
Cole aqui o texto bruto do prontuário (dados de enfermagem, labs, exame) ou dite por voz. O botão Aproveitar texto varre o texto localmente e preenche sozinho o que reconhecer: PA, FC, SpO₂, FR, diurese, balanço hídrico, linhas de laboratório, HPP, alergias e medicações. O botão ✨ Preencher campos com IA envia o texto ao servidor de IA, que devolve os campos preenchidos — confira campo a campo. O que não for reconhecido continua aqui para você usar como referência.
Escolha nos menus — o app escreve a síntese clínica (e não os números crus da enfermagem), no seu padrão.
Uma linha por data, a mais recente primeiro. Os rótulos e valores são preservados exatamente como você digitou — o app não reescreve números.
Lembretes de verificação. Sem IA, são gerados localmente a partir dos números que você digitou; com ✨ Redigir com IA, vêm no mesmo retorno da IA. Não são condutas.
Cole a prescrição hospitalar (uma medicação por linha). Processar prescrição roda o parser local: separa o que é de uso domiciliar do que é intra-hospitalar (EV/IV, IM, SC, via retal, dietas, soros, cuidados de enfermagem) e monta o receituário agrupado por via. ✨ Redigir com IA pede a mesma transformação ao servidor de IA. Doses e posologias são preservadas exatamente como estão — nem o app nem a IA reescrevem números.
Cole ou dite o caso (idade, comorbidades, medicações, labs, ECG, eco, exame, cirurgia proposta). A IA preenche os campos e marca os critérios do RCRI e do AUB-HAS2. Quem soma os pontos é o app, aqui no seu computador — a IA não calcula escore.
1 ponto cada. 0–1 baixo · 2 intermediário · ≥3 alto.
1 ponto cada. 0–1 baixo · 2–3 intermediário · ≥4 alto. Não validado no Brasil — usar como complemento.
Proxy: subir 2 lances de escada = ≥4 METs.
Cole ou dite o caso. A IA preenche os campos e marca as comorbidades do EuroSCORE II. O EuroSCORE II é calculado localmente pela fórmula de Nashef 2012 — a IA não calcula nem confere o número.
Cole ou dite o caso (labs, eco, cateterismo direito, gasometria, comorbidades). A IA preenche os campos e marca os critérios. MELD, MELD-Na, MELD 3.0 e Child-Pugh são calculados localmente — a IA não calcula escore.
Gravidade hepática (MELD / MELD-Na / MELD 3.0 e Child-Pugh) e os quatro eixos cardiovasculares: doença coronariana, cardiomiopatia cirrótica, hipertensão portopulmonar e síndrome hepatopulmonar.
Valores abaixo de 1,0 são elevados a 1,0 na fórmula. Diálise (≥2 sessões em 7 dias ou 24h de CVVHD) fixa a creatinina em 4,0 no MELD/MELD-Na e em 3,0 no MELD 3.0.
Bilirrubina, albumina e INR são pontuados automaticamente a partir dos labs acima. A: 5–6 · B: 7–9 · C: 10–15.
Cirróticos frequentemente têm DAC silenciosa (PA basal baixa, alto débito e limitação funcional mascaram a angina).
Critérios do Cirrhotic Cardiomyopathy Consortium (2019). Sistólica: FEVE ≤ 50% ou GLS absoluto < 18%. Diastólica: ≥ 3 dos 4 critérios. QTc longo e incompetência cronotrópica são achados de suporte.
PSAP ≥ 45 mmHg (ou VD dilatado/disfuncionante) obriga cateterismo cardíaco direito. Diagnóstico hemodinâmico: PMAP > 20 mmHg + RVP > 2 UW + PoAP ≤ 15 mmHg.
Tríade: hepatopatia/hipertensão portal + dilatações vasculares intrapulmonares (microbolhas no AE após ≥3 ciclos) + distúrbio de oxigenação (PaO₂ < 80 mmHg ou gradiente A-a ≥ 15 mmHg; ≥ 20 mmHg se > 64 anos).